É, a oitava edição de aniversário dos meus 20 anos está chegando. E já que não sou muito de esperar, no mesmo dia de Iemanjá organizei uma recepção só para vips....em breve, algumas fotos, as que ão meio impublicáveis colocarei aqui, só para não dizerem que fizemos tudo certinho...pra variar.
E o mês de fevereiro tá aí...adoro esse mês, começa bem com o meu aniversário e em 2012 vai terminar com um gostinho pra lá de especial: encerro ele em Morro de São Paulo, na Bahia..... porque muito melhor que conhecer e repetir, é tirar a dúvida pela terceira vez. UEBAAAAAA
Tudo começa no dia 5 de fevereiro, quando, às 10h daquele domingo nasce Mônica Sosnoski. Desde pequena vestia as roupas da mãe e ensaiava caras e bocas. Depois descobre a imensa paixão por teatro e brincos. Formou-se em Jornalismo e se especializou em Gestão da Comunicação Corporativa e Pessoal. Simples. De bem com a vida. Louca. Destrambelhada. Resiliente. Sou assim, com esse jeito todo. Vim para trazer alegria às pessoas.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Texto plagiado do blog Mulherão...... acho que toda mulher tem uns dias de pânico e reflexão uns dias antes de fazer aniversário. Esse texto retrata um viés da nossa vida. Curtam!!!
Perdas
Por Keka Demétrio
Nesta vida perdemos tantas coisas, outras nós mesmos fazemos questão de deixar para trás. De tudo que vai ficando, algumas se perdem apenas por momentos, retornando às nossas vidas porque precisam nos auxiliar de alguma forma.
Perde-se a infância, a inocência nas transformações do nosso corpo, perde-se o primeiro amor, que nunca chegou a ser nosso de verdade, mas que ocupava um espaço tão grande em nosso peito que parecia ser ele o dono total de todas as nossas emoções.
Com o tempo e as perdas, vamos aprendendo que pouquíssimas coisas são realmente nossas, porque no percurso da vida, na medida em que vamos nos alimentando de experiências e sensações passamos a ter necessidade de substituições. Mas tudo o que vem para as nossas vidas vem por um porque, embora nem sempre concordamos com as explicações que a própria vida e o tempo nos dá. Quando isto acontece, e começamos a pensar que somos coitadinhos infelizes, é bom que acalmemos o coração em Deus para nos reerguermos mais fortes.
A forma como estas perdas influenciam nossas vidas nos fazem perder coisas preciosas, pedras lapidadas pelas mãos de Deus, mas que não tivemos coração e sensibilidade suficientes para percebermos. Talvez porque estivéssemos com os olhos ocupados com outros valores, fechados dentro de um mundo imaginário, cultivando sonhos e alimentando ilusões.
De tudo o que perdemos, nossos sentimentos são os mais importantes. Nossas escolhas podem nos levar a perder amor, carinho, atenção, sorrisos. Perder a auto estima, o amor próprio, a dignidade, a integridade física, e até moral, mas quando pensamos que o lodo pegajoso do fundo do poço não vai nos deixar reerguer, vem a fé e nos dá asas. Vem a vida e nos coloca diante de perspectivas que fazem nossas esperanças renascerem, vem uma luz nova e nos faz entender que sempre irá existir uma outra chance, uma outra oportunidade para perdermos mais um monte de coisas que vai fazer com que nós nos encontremos cada vez mais.
O mais importante não são as perdas, mas o que elas podem nos ensinar. Não é o que ficou para trás, mas o que e como, vamos fazer de agora para frente.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Como tratar o chefe da "firma"
Trabalho em uma área corporativa há quase um ano. Minha primeira experiência em uma empresa com mais de 6 mil funcionários e a tarefa de treinar todos eles. Varejo é coisa séria, complexo, estressante e desafiador. O primeiro dia que coloquei meus pés aqui, achei a coisa mais estranha.....meu Deus, as pessoas trabalham em ilhas, não se falam, tudo calmo. Isso foi por pouco tempo, quando o telefone começa a tocar e a galera a se agitar, é aquela confusão armada. Aos poucos fui me acostumando com a ideia de muitas pessoas ao teu redor, vários colegas para aprovar teu trabalho e, sabe, de início tem que concordar com tudo, tentar ser simpática....ganhar confiança.
Aos poucos a gente vai se adaptando a vida corporativa. E eu, vindo de veículo de comunicação, com todo aquele jeitão desengonçado, tive que aprender a usar salto todo dia, maquiagem e nada de gírias, afinal, trabalho em uma grande empresa!!!!!
Aí quando tu se torna parte do grupo é uma maravilha, eu, como não consigo sustentar por muito tempo quem não sou, já faço amizade, chego gritando, falo minhas piadinhas e entrego Folhecas.
Um dos maiores medos que tinha em trabalhar com pessoas importantes, era de não falhar, em momento algum, mostrar trabalho, ser diferente....aquela coisa de mundo executivo. E hoje paro pra olhar pra trás e ver como conquistei tanta coisa boa, aquele lugar que é teu por mérito. Começando pela linguagem. As primeiras vezes é Bom dia Senhor Galafassi, tudo bem com o senhor? Serei rápida no assunto....... aí depois de algumas convenções nas costas, conhecimento do corredor, começa a virar Oi Galafassi, bom diaaaaa.... aí a pessoa vai perdendo a noção sem se dar conta....quando vê, no final de um ano já tá falando pro diretor "e aí Galaaaaa, tudo tri"?
Não que considere falta de respeito, bem pelo contrário, é sentimento de ser aceita, de poder tratar com naturalidade, simplicidade.... é sensibilidade de saber até onde se pode chegar e ter a segurança de que foi aceita neste grupo que, antes, julgava duro e sério. Não sei, mas acabei gostando....
Aos poucos a gente vai se adaptando a vida corporativa. E eu, vindo de veículo de comunicação, com todo aquele jeitão desengonçado, tive que aprender a usar salto todo dia, maquiagem e nada de gírias, afinal, trabalho em uma grande empresa!!!!!
Aí quando tu se torna parte do grupo é uma maravilha, eu, como não consigo sustentar por muito tempo quem não sou, já faço amizade, chego gritando, falo minhas piadinhas e entrego Folhecas.
Um dos maiores medos que tinha em trabalhar com pessoas importantes, era de não falhar, em momento algum, mostrar trabalho, ser diferente....aquela coisa de mundo executivo. E hoje paro pra olhar pra trás e ver como conquistei tanta coisa boa, aquele lugar que é teu por mérito. Começando pela linguagem. As primeiras vezes é Bom dia Senhor Galafassi, tudo bem com o senhor? Serei rápida no assunto....... aí depois de algumas convenções nas costas, conhecimento do corredor, começa a virar Oi Galafassi, bom diaaaaa.... aí a pessoa vai perdendo a noção sem se dar conta....quando vê, no final de um ano já tá falando pro diretor "e aí Galaaaaa, tudo tri"?
Não que considere falta de respeito, bem pelo contrário, é sentimento de ser aceita, de poder tratar com naturalidade, simplicidade.... é sensibilidade de saber até onde se pode chegar e ter a segurança de que foi aceita neste grupo que, antes, julgava duro e sério. Não sei, mas acabei gostando....
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Vídeo da minha formatura de Jornalismo, há 3 anos
Esse vídeo já é velhinho.....produzi para o dia da minha formatura, para os convidados....mas me fazem lembrar de uma época muito boa....mesmo que já tenham se passado mais de três anos.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Dia 13/12/11
Dia esteticamente bonito esse: 13 12 11. Dia de acontecimentos especiais também...... aprendi a furar o pedágio, heheheh. Tá, isso não seria comentário de uma menina fazer. Bom, mas eu gosto de ser diferente.
E dia também de um diretor me encontrar no corredor e, sorridente exclamar " e aí, Mokina!!". Sim, ele disse Môkina, pode isso? Ou é minha delicadeza de deixar as pessoas a vontade ou será que consegui me adaptar a esse habitat corporativo que nem estranho mais? Ou estou conseguindo incluir neste meio um pouco de informalidade, tão necessária nos dias de hoje?
E dia também de um diretor me encontrar no corredor e, sorridente exclamar " e aí, Mokina!!". Sim, ele disse Môkina, pode isso? Ou é minha delicadeza de deixar as pessoas a vontade ou será que consegui me adaptar a esse habitat corporativo que nem estranho mais? Ou estou conseguindo incluir neste meio um pouco de informalidade, tão necessária nos dias de hoje?Acho que gostei!!!! Se tivesse um botão no blog.....eu curtiria
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Queria eu estar com a mesma sorte na vida amorosa como a que ando na vida profissional. Mas, enquanto o sapinho não chega, o negócio é aproveitar os ótimos ventos, que me embalam rumo a mais um desafio e esperar para que continuem soprando sempre ao meu favor. E enquanto isso a gente aproveita e faz um pit stop para conhecer mais um lugarzinho legal dessas praias maravilhosas. Dessa vez, Costão do Santinho, em Floripa, que, pela propaganda toda que ouvi, deixou a desejar......mas, como fui a trabalho, nem daria mesmo pra aproveitar tudo. Mas fica a dica de um final de semana no mínimo diferente.
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